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terça-feira, 24 de maio de 2011

Antoine de Saint-Exupéry

Apaixonado desde a infância pela mecânica, estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Croix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.
A 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipe dos pioneirosVacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cap Juby, que os mouros lhe deram o cognome de senhor das areias.
Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Recentemente, o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo nunca foi encontrado.

Obras do Autor:
L'Aviateur (O aviador) - 1926
Courrier sud (Correio do Sul) - 1929
Vol de nuit (Voo Noturno) - 1931
Terre des hommes (Terra dos Homens) - 1939
Pilote de guerre (Piloto de Guerra) - 1942
Lettre à un otage (Carta a um refém) - 1943/1944

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Pequeno Príncipe/ Antoine Saint-exupéry

Sinopse:
O Pequeno Príncipe é uma fábula. Ou se preferirmos, uma parabola. Não é um livro para crianças, porque traz justamente a mensagem da infância, a mensagem da criança. Essa criança que irromperá de repente no deserto do teu coração, a milhas e milhas de qualquer região habitada. A menos que não queira ver, a face do Pequeno Principe, a face de um outro, coroada com os espinhos da rosa.... Este livro é também um teste. É o verdadeiro desenho numero 1. Se não o quiseres compreender, se não te interessas pelo seu drama, fica aqui a sentença do Principe: Tu não és um homem de verdade. Tu não passas de um cogumelo.





Atenção, o RESUMO a seguir contém Spoilers!

   É engraçado pensar que, eu que já li tantos livros, ainda não tinha tido a oportunidade de ler O Pequeno Príncipe, livro esse que sempre está entre os mais vendidos e mais lidos na maioria das listas.
   Bom, hoje tive a oportunidade de corrigir esse erro e venho lhes apresentar o resumo desse livro tão inspirador.
   O livro conta a história que um aviador vivenciou num momento em que seu avião teve uma pane e ele acabou no deserto do Saara sozinho e à milhas e milhas de distância de qualquer lugar habitado. A história começa quando esse aviador é surpreendido por um garotinho que insistia que lhe desenhasse um carneiro. Ambos, aviador e garoto, ficaram amigos e o garoto, que era O Pequeno Príncipe, em meio à conversa, soltava fatos que davam ao aviador a oportunidade de descobrir de onde vinha o principezinho.
   O principezinho vivia em um pequeno asteróide, com apenas três vulcões pequeninos e uma flor muito vaidosa. Cansado das pequenas mentiras da flor, o principezinho partiu em uma viagem onde conheceu muitas pessoas grandes que viviam em outros pequenos planetas. O livro nos faz ver como mudamos depois que crescemos e como a nossa imaginação e nossas ideias ficam limitadas. Quando O Pequeno Príncipe retorna para seu asteróide, com saudades de sua flor, o aviador se preocupa, porque apesar de ele ter tido o cuidado de desenhar para o carneiro uma mordaça para que ele não comesse a flor, ele se esquece de desenhar uma correia para atrelar essa mordaça ao carneiro. Então todos os dias, o aviador, quando olha para as estrelas, se pega pensando se o principezinho teria conseguido manter o carneiro longe de sua flor ou se em um breve descuido o carneiro teria comido a flor que ele tanto amava.